CORO

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sábado, 20 de setembro de 2014

Concerto Alandroal 13 de Setembro de 2014



Durante três dias o Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal recebeu o I Congresso Internacional de Santuários, intitulado “Santuários – Cultura, Arte, Romarias, Peregrinações, Paisagens e Pessoas”.
Ao longo do fim de semana os santuários mortos, pré-históricos, arqueológicos, rupestres e megalíticos assim como, os santuários ativos, ícones, símbolos, sinais identificadores e representativos estiveram em evidência no Alandroal.
Integrado no Congresso, a Igreja matriz Nossa senhora da Conceição de Alandroal recebeu pelas 22h00 de sábado, 13 de setembro, um concerto de Música Sacra pelo Coro Cristo Rei da Portela.

Alandroal 13 de Setembro



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Concílio Vaticano II - princípios da reforma litúrgica

Liturgia cantada e canto na liturgia
O caráter comunitário da liturgia e a necessária beleza da qual se deve revestir requerem a presença do canto. Este dá doçura de expressão às orações, favorece a união das almas, enriquece de solenidade os ritos. Não se trata de acessório exterior, mas de uma nota que brota da natureza própria da celebração. Esta é sempre uma festa, uma exaltação de Deus, uma celebração da vitória pascal de Cristo. É inconcebível uma íntima participação nesta realidade sem uma manifestação alegre no canto. A Constituição o considera como “parte necessária ou integrante da liturgia solene” (n. 112). Será, portanto, sempre marcada pela presença do canto.
Além da conservação do património de inestimável valor do passado, com a adoção da língua do povo, inicia-se um trabalho duro de criatividade, que seja digno do culto de Deus, tanto nas palavras como na música. Uma obra que exigirá anos de dedicação, que terá necessidade de contínuo aperfeiçoamento, mas indispensável para uma liturgia viva, sentida e ativamente participada.

"Sacrosanctum Concílium" - sobre a Sagrada Liturgia - CAPÍTULO VI - A MÚSICA SACRA


CAPÍTULO VI
A MÚSICA SACRA

Importância para a Liturgia

112. A tradição musical da Igreja é um tesouro de inestimável valor, que excede todas as outras expressões de arte, sobretudo porque o canto sagrado, intimamente unido com o texto, constitui parte necessária ou integrante da Liturgia solene.

Não cessam de a enaltecer, quer a Sagrada Escritura (42), quer os Santos Padres e os Romanos Pontífices, que ainda recentemente, a começar em S. Pio X, vincaram com mais insistência a função ministerial da música sacra no culto divino.

A música sacra será, por isso, tanto mais santa quanto mais intimamente unida estiver à acção litúrgica, quer como expressão delicada da oração, quer como factor de comunhão, quer como elemento de maior solenidade nas funções sagradas. A Igreja aprova e aceita no culto divino todas as formas autênticas de arte, desde que dotadas das qualidades requeridas.

O sagrado Concílio, fiel às normas e determinações da tradição e disciplina da Igreja, e não perdendo de vista o fim da música sacra, que é a glória de Deus e a santificação dos fiéis, estabelece o seguinte:

113. A acção litúrgica reveste-se de maior nobreza quando é celebrada de modo solene com canto, com a presença dos ministros sagrados e a participação activa do povo.

Observe-se, quanto à língua a usar, o art. 36; quanto à Missa, o art. 54; quanto aos sacramentos, o art. 63; e quanto ao Ofício divino, o art. 101.

Promoção da música sacra

114. Guarde-se e desenvolva-se com diligência o património da música sacra. Promovam-se com empenho, sobretudo nas igrejas catedrais, as «Scholae cantorum». Procurem os Bispos e demais pastores de almas que os fiéis participem activamente nas funções sagradas que se celebram com canto, na medida que lhes compete e segundo os art. 28 e 30.

115. Dê-se grande importância nos Seminários, Noviciados e casas de estudo de religiosos de ambos os sexos, bem como noutros institutos e escolas católicas, à formação e prática musical. Para o conseguir, procure-se preparar também e com muito cuidado os professores que terão a missão de ensinar a música sacra.

Recomenda-se a fundação, segundo as circunstâncias, de Institutos Superiores de música sacra.

Os compositores e os cantores, principalmente as crianças, devem receber também uma verdadeira educação litúrgica.

116. A Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano; terá este, por isso, na acção litúrgica, em igualdade de circunstâncias, o primeiro lugar.

Não se excluem todos os outros géneros de música sacra, mormente a polifonia, na celebração dos Ofícios divinos, desde que estejam em harmonia com o espírito da acção litúrgica, segundo o estatuído no art. 30.

117. Procure terminar-se a edição típica dos livros de canto gregoriano; prepare-se uma edição mais crítica dos livros já editados depois da reforma de S. Pio X.

Convirá preparar uma edição com melodias mais simples para uso das igrejas menores.

118. Promova-se muito o canto popular religioso, para que os fiéis possam cantar tanto nos exercícios piedosos e sagrados como nas próprias acções litúrgicas, segundo o que as rubricas determinam.

Adaptação às diferentes culturas

119. Em certas regiões, sobretudo nas Missões, há povos com tradição musical própria, a qual tem excepcional importância na sua vida religiosa e social. Estime-se como se deve e dê-se-lhe o lugar que lhe compete, tanto na educação do sentido religioso desses povos como na adaptação do culto à sua índole, segundo os art. 39 e 40. Por isso, procure-se cuidadosamente que, na sua formação musical, os missionários fiquem aptos, na medida do possível, a promover a música tradicional desses povos nas escolas e nas acções sagradas.

Instrumentos músicos sagrados

120. Tenha-se em grande apreço na Igreja latina o órgão de tubos, instrumento musical tradicional e cujo som é capaz de dar às cerimónias do culto um esplendor extraordinário e elevar poderosamente o espírito para Deus.

Podem utilizar-se no culto divino outros instrumentos, segundo o parecer e com o consentimento da autoridade territorial competente, conforme o estabelecido nos art. 22 § 2, 37 e 40, contanto que esses instrumentos estejam adaptados ou sejam adaptáveis ao uso sacro, não desdigam da dignidade do templo e favoreçam realmente a edificação dos fiéis.

Normas para os compositores

121. Os compositores possuídos do espírito cristão compreendam que são chamados a cultivar a música sacra e a aumentar-lhe o património.

Que as suas composições se apresentem com as características da verdadeira música sacra, possam ser cantadas não só pelos grandes coros, mas se adaptem também aos pequenos e favoreçam uma activa participação de toda a assembleia dos fiéis.

Os textos destinados ao canto sacro devem estar de acordo com a doutrina católica e inspirar-se sobretudo na Sagrada Escritura e nas fontes litúrgicas.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Concerto Igreja de Nª Sª da Graça - Abrigada


Concerto Alenquer(Abrigada) 2 Fev, 21h30:

1.       Luce Gentile
2.       The Angel Gabriel
3.       Ave Maria, Arcadelt
4.       O Verbo fez-se Carne
5.       Levanta-te Jerusalém, eis a tua Luz
6.       Heilig, Heilig, Schubert
7.       Bogoroditse Devo
8.       Crux fideles
9.       Ó Doce Luz da Eucaristia
10.   Lux aeterna
11.   Meu Senhor eu Vos amo
12.   Hino da Fé