CORO

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sexta-feira, 5 de junho de 2026

A dimensão litúrgica do Coro



 
Momentos da liturgia
 
 
 
"A liturgia, como exercício da função  sacerdotal  de  Cristo, comporta  um  duplo movimento: de Deus aos homens, para operar a sua santificação, e dos  homens a Deus, para que eles possam adorá-lo em espírito e verdade."
 
 
 
Por isso a liturgia, de um modo geral, pode ser entendida como um diálogo  entre o Deus-Trindade e o Homem-Comunidade.  Este  diálogo  é  composto  de  vários momentos. Cada momento tem o seu "espírito" próprio, seu sentimento  peculiar, e portanto uma expressão diferenciada. Ninguém pede  perdão  de  forma  triunfal, nem dá um Viva tímido. Cada momento da liturgia  exige  um  tipo  de  expressão musical.   Sem   conhecer   o   espírito  de  cada  momento  do  diálogo  litúrgico, corremos o risco de dar um Viva tão tímido que ninguém  se  sinta  estimulado  a responder.
 
 
 
 
Cada Música da Celebração Eucarística tem seu  papel  e  Inspiração  própria  de cada momento litúrgico dentro da celebração. Estes momentos são os seguintes:
 



 
1. Ritos iniciais
 
 
Preparação
 
 
É um momento que foi esquecido durante algum tempo e agora está  voltando  ao uso. Enquanto alguns "acolhem" os irmãos que estão chegando para  a  festa  da Eucaristia,  o  maestro do coro  pode  preencher  o  ambiente  com  um  solo instrumental. Alguns, neste momento costumam  ensaiar  as  canções  que  farão parte da celebração. Pode-se também colocar um  disco  de  meditação,  ou  das músicas que se irá ensaiar. O importante é  criar  um  ambiente  de  vida,  pois  é Cristo, Verdade e Vida, que iremos celebrar.
 
 
Entrada
 
 
Toda a assembleia, unida em uma só  voz,  canta  a  alegria  festiva  de  reunir-se como irmãos em torno do  Cristo.  Esta  canção  deve  deixar  claro  para  toda  a assembleia, que festa, ou mistério do  Tempo  Litúrgico  (A  segunda  "perna"  do tripé litúrgico") iremos celebrar. Toda a assembleia  deverá  ser  envolvida  na  execução deste cântico.
 
 
A primeira impressão sempre marca  todo  o  relacionamento.  Assim  também  o canto inicial marcará toda a celebração.
 
 
Os instrumentos terão a função de unir, incentivar e apoiar o canto.  Não  deverão cobrir as vozes dificultando a compreensão do texto. Ninguém  participa  de  uma celebração para  ser  admirado,  ou  para  aumentar  seu  prestígio  na  comunidade. "Tocar na Missa" é um serviço e uma oração. Todo este canto como a  procissão do sacerdote não deverão ser demasiado longas. O canto deve terminar quando o sacerdote chega ao altar.
 
 
Acto Penitencial
 
 
Neste canto aclamamos a Cristo como "Nosso  Senhor"  e  lhe  pedimos  perdão. É um canto de repouso. Sua melodia deve  traduzir  a  contrição  de  quem  pede perdão. Toda a assembleia  deve  participar  deste  canto,  mas  admite-se  um  diálogo solista-assembleia.
 
 
Não é necessário que este canto seja muito "Florido". A simplicidade é a  melhor forma de expressar o arrependimento. O instrumentista deve traduzir este espírito de confiança e invocação  acompanhado  de  modo  suave,  quase  imperceptível. Para isto pode-se até excluir a percussão deste momento.
 
 
Glória
 
 
Esta é a canção da alegria, o  canto  que  os  anjos  e  pastores   cantaram  para saudar o nascimento do redentor (cf. Lc 2,14). Desde o século IV que os  cristãos cantam. Houve uma época que só os bispos o podiam cantar. Hoje recomenda-se que toda assembleia cante o "glória" com ânimo e alegria.
 
 
Este canto é excluído no advento e na  quaresma,  nos  outros  tempos  deve  ser executado e de preferência "Cantado". Não é  bom  que  seja  parte  exclusiva  do coral. Este poderá cantá-lo em diálogo com o povo.
 
 
O glória "não constitui uma aclamação trinitária",  Mas  deve  ser  antes  de  tudo uma manifestação da louvor a Deus-Pai e ao Cordeiro.
 
 
Os instrumentos têm papel importantíssimo neste canto. A percussão poderá ser bem explorada. É claro que a  "parte  não  deverá  sobressair  em  detrimento  do todo", mas neste canto os instrumentos poderão destacar-se um pouco mais.
 



 
II - Liturgia da Palavra
 
 
Salmo Responsorial
 
 
Dentro do diálogo litúrgico, este canto é a resposta da assembléia  ao  Deus  que falou na primeira leitura. Como diz  o  próprio  nome,  trata-se  de  um  salmo,  no entanto admite-se também um canto de meditação,  contanto que seja de origem bíblica e signifique uma resposta coerente  com  a  proposta  divina  expressa  na primeira leitura. 
 
 
Pode  ser  executado  por  um  solista  nas  estrofes  com  a  adesão  de  toda  a assembleia no refrão. O acompanhamento dos  instrumentos  deve  ser  discreto, exceto quando o salmo for festivo e acompanhado por todo o povo.
 
 
Aclamação ao Evangelho
 
 
Geralmente (menos no advento e na  quaresma)  a  aclamação  mais  usada  é  o Aleluia, seguido de uma pequena estrofe que prepara a leitura do Evangelho.  Não é um canto obrigatório mas sendo executado, é preciso que seja uma aclamação pessoal e comunitária ao Verbo de Deus .  Ao  contrário  do  Salmo,  este  canto permite   movimento   e   participação  vibrante  dos  instrumentos.  Poderá  haver solista, mas o Aleluia deverá ser cantado por toda a assembleia.
 
 
Depois da Homilia
 
 
Em missas com crianças, ou em outras celebrações onde  a  reflexão  silenciosa seja difícil, pode ser entoado um cântico, no estilo  do  Salmo  Responsorial,  que venha a trazer uma manifestação em sintonia com o tema do evangelho.
 
 
Profissão de Fé
 
 
O Creio é uma resposta de fé e de compromisso da comunidade e do  indivíduo  à palavra de Deus. Nele  recordamos  toda  a  história  da  salvação.  Por  isso  não convém a utilização de formas abreviadas que  sejam  profissão  de  fé,  mas  que não resumam a fé cristã. Quando cantada,  deve  contar  com  a  participação  de toda a assembleia. No entanto pela estrutura rítmica da letra, isso se torna  muito  difícil. Uma opção seria cantar um refrão popular, entre uma recitação e outra do Creio.
 
 
Oração dos Fiéis
 
 
Esta oração poderá adquirir um tom mais solene quando cantada. As  invocações devem ser executadas por um solista, ao que o povo responde cantando.  Aqui  a participação dos instrumentistas é  suavíssima  e  até  dispensável,  podendo  ser usado apenas o teclado com som de órgão.
 



 
III - Liturgia Eucarística
 
 
Preparação das oferendas
 
 
Este  é  um  dos  cantos  menos  importantes  da  missa.   Neste  momento  preparamo-nos para  oferecer  ao  Pai,  o  Cristo  "ao  qual  nos  unimos  oferecendo as nossas vidas, o nosso corpo como culto espiritual  agradável  a  Deus". Portanto, o grande ofertório da missa é após a consagração quando já não oferecemos o pão, o  vinho,  nossa   vida,  nosso   trabalho,  mas  o  próprio  Cristo  e  todo  o  resto transfigurado "Por Ele, com Ele e n’Ele".
 
 
Durante o canto de ofertório normalmente também ocorre a coleta , momento  em que colocamos um pouco do que é  nosso  em  comum.  Portanto  o  objetivo  do canto "de ofertório" é criar  uma  atmosfera  de  alegria,  partilha  e  generosidade. Pode-se dispensar o canto e os instrumentos fazerem um solo apropriado para  o momento litúrgico. Ou ainda participar com um canto de  oferta  que  o  povo  não conheça, desde que este não venha a distrair a atenção da assembleia.
 
 
Oração Eucarística
 
 
Tanto  o  diálogo  introdutório,  como  o  prefácio  e  demais  orações  podem  ser cantados e  dependendo  da  sintonia  entre  músicos  e  celebrante,  podem  ser acompanhadas pelos instrumentos. Desde que o celebrante ache  conveniente.
 
 
Santo
 
 
É dos canto principais, se não o principal, da liturgia. Nele toda a  assembleia  se une aos anjos e santos para proclamar as maravilhas do Deus Uno  e  Trino.  É  o primeiro canto em ordem de importância. É o canto dos anjos (Is 6,2s) e  também dos homens (Lc 19,38). Não teria sentido convidar os céus e a terra,  os  anjos  e os santos para cantar em uma só voz, e depois somente um coral ou  um  solista executar o canto. Este é essencialmente um canto  da  assembleia.  É desejavel  a participação dos instrumentos para  solenizar  esta  vibrante  saudação:  SANTO, SANTO, SANTO!
 
 
Aclamações em particular
 
 
Há uma série de aclamações durante a  celebração  eucarística  que  poderia  ser cantadas. A Oração Eucarística para  missas  com crianças,  ou  sobre  a  Reconciliação,  o  "Amém"  poderia  ser  cantado  muitas vezes, especialmente depois da doxologia (Por Cristo, com Cristo e em Cristo ...) que é o grande amém da  missa.. Durante  a  consagração  é  melhor  o  silêncio, nem mesmo solos devem distrair a  atenção  da  assembleia  naquele  momento. Pode-se cantar sim a aclamação após a consagração (Eis o mistério da fé ...).
 
 
Pai-nosso
 
 
O Pai-nosso cantado por toda a assembleia tem grande força e significado. É um dos grandes pontos da  Missa,  exprimindo  de  modo  maravilhoso  a  comunhão entre os irmãos. Se não for cantado por todos, é preferível que  seja  recitado. Os instrumentos têm papel de sustentação, evitando distrair a atenção da oração.
 
 
Abraço da paz
 
 
Pode cantar-se uma canção alegre cuja  letra  lembre  fraternidade  e  caridade como fundamento da vida cristã. Deverá ser uma melodia  contagiante. Entretanto não é essencial que a assembleia cante.
 
 
Cordeiro de Deus
 
 
Esta prece, de origem Bíblica (Jo 1,29), faz alusão  ao  Cordeiro  Pascal,  que  se imola e tira o pecado do mundo. Pode ser cantado pelo coral  ou  solista,  mas  a assembleia deve participar da última petição: dai-nos a paz.
 
 
Comunhão
 
 
É o canto mais antigo da missa. Por ele, através da união  das  vozes,  queremos expressar nossa comum-união espiritual  em  torno  de  Jesus  Cristo.  Todos  ao redor da mesma mesa, congregados numa mesma igreja, participam  do  mesmo pão. A função do canto de comunhão é alinhavar esta união.
 
 
É comum escutarmos que se deveria fazer silêncio durante a comunhão para que um  pudesse  se  entreter  num  encontro  pessoal  com  Cristo.  Ë  certo  que  a comunhão dos Cristãos é um ato pessoal, mas deve manifestar-se através de um ato comunitário. E o canto de  comunhão  deve  propiciar  esta  manifestação  de comunidade. Por isso toda a assembleia deve participar entusiasticamente deste canto.
 
 
O Silêncio Eucarístico necessário ao encontro e oração pessoal com Cristo se dá no próximo momento.
 
 
Ação de Graças
 
 
Após a comunhão a assembleia, em silêncio, adora  e  agradece  a  presença  do Cristo Eucarístico. Após este breve silêncio pode-se  cantar  um  salmo  ou  outro canto de louvor ou de ação de graças. Este canto não pode e não deve  excluir  o momento de silêncio após a comunhão.
 
 
É preferível que este canto seja breve e executado por todos.  Por  isso,  também para os instrumentos, não convém longas introduções e interlúdios. É preciso que o maestro tenha a devida sensibilidade e discernimento para saber se este  canto é conveniente em tal momento. Evite-se o canto  de  ação  de  graças  quando  a celebração já estiver por demais prolongada
 



 
IV - Ritos Finais
 
 
Canto Final
 
 
Antes da benção entoa-se uma ou duas estrofes de um canto alegre e que cause a última impressão que se  irá  levar  da  celebração.  Pode  ser  executado  com maestria, porém não deve ser muito prolongado. Um costume muito comum,  é  o de se aproveitar este canto final para  fazer  uma  homenagem  a  Maria,  mãe  de Deus e nossa.
 
 
Após a benção  pode-se  continuar  as  demais  estrofes  do  canto  final,  sem  a necessidade da participação da assembleia. Utilizem-se todos  os  recursos  disponíveis para que este encerramento crie a predisposição  para  o  povo  retornar  à  Festa Eucarística.
 

Adaptado de www.cantemos.com.br

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Da Rerum Novarum à Magnifica Humanitas

a civilização do amor perante a cultura do poder

Ao ler a primeira encíclica de Leão XIV, Magnifica Humanitas, torna-se evidente a razão profunda da escolha do seu nome pontifício.  Ao escolher o nome de Leão XIV, Robert Francis Prevost parece evocar deliberadamente a figura de Vincenzo Gioacchino Pecci, o Papa Leão XIII, que enfrentou os desafios sociais e humanos da Revolução Industrial através da histórica encíclica Rerum Novarum (1891).

No final do século XIX, a humanidade encontrava-se mergulhada numa profunda transformação provocada pela Revolução Industrial. As novas máquinas multiplicavam a produção, criavam riqueza e inauguravam um mundo de possibilidades inéditas. Porém, o progresso técnico não era acompanhado por um progresso equivalente na ordem moral e social. Milhões de trabalhadores viviam em condições indignas, submetidos a jornadas extenuantes, salários miseráveis e ausência de proteção social. O capitalismo industrial, entregue a si próprio, tendia a transformar o trabalhador num simples instrumento de produção.

Foi nesse contexto que Leão XIII ergueu a sua voz. A Rerum Novarum não constituiu apenas uma denúncia das injustiças do seu tempo; representou uma afirmação vigorosa da dignidade da pessoa humana contra todas as formas de redução do homem a objeto económico. Ao fazê-lo, inaugurou aquilo que viria a ser conhecido como Doutrina Social da Igreja, hoje mais frequentemente designado por Pensamento Social Cristão.

Mais de um século depois, Leão XIV parece reconhecer um paralelismo histórico. A revolução industrial deu lugar à revolução digital. Os motores a vapor foram substituídos pelos algoritmos, pela inteligência artificial, pelas plataformas digitais e pelas redes globais de comunicação. Tal como no século XIX, as novas tecnologias prometem benefícios extraordinários. Contudo, também hoje emergem novas formas de desigualdade, de controlo e de alienação.

A grande questão já não é apenas a exploração do corpo humano, mas também a colonização da consciência, da atenção e da própria identidade. O ser humano corre o risco de ser reduzido a dados, perfis estatísticos, consumidor previsível ou recurso manipulável por sistemas tecnológicos cada vez mais poderosos. A desumanização assume novas formas, mas conserva a mesma raiz: esquecer que a pessoa humana possui uma dignidade que não pode ser medida pela utilidade, pela eficiência ou pelo poder.

É precisamente nesta perspetiva que ganha especial significado o primeiro número da encíclica. Leão XIV apresenta a humanidade diante de uma escolha decisiva: construir uma nova Babel ou edificar uma cidade onde Deus e a humanidade habitem juntos.

A referência à Torre de Babel é particularmente sugestiva. Na narrativa bíblica, Babel simboliza a tentação permanente do ser humano de alcançar o poder absoluto através das suas próprias capacidades, dispensando qualquer referência a uma verdade superior ou a uma ordem moral transcendente. O problema não era a construção em si, mas a pretensão de domínio que a inspirava.

Também a nossa época conhece essa tentação. A tecnologia oferece ao homem um poder sem precedentes sobre a natureza, sobre a informação e até sobre a própria vida humana. Nunca houve tantos meios para controlar, vigiar, influenciar ou destruir. O risco consiste em confundir poder com sabedoria, capacidade técnica com legitimidade moral, progresso científico com progresso humano.

Esta lógica manifesta-se igualmente na persistência da guerra como instrumento de afirmação política. Apesar dos avanços científicos e tecnológicos, continuamos a assistir a conflitos devastadores, à corrida armamentista e à utilização crescente da tecnologia para fins militares. A inteligência artificial, concebida para ampliar as capacidades humanas, pode também ser utilizada para aperfeiçoar mecanismos de vigilância, manipulação e destruição.

A cultura do poder funda-se precisamente nesta convicção: a segurança nasce da força, a ordem nasce da dominação e o futuro pertence aos mais fortes. É uma visão da história construída sobre a competição permanente, sobre a lógica do vencedor e do vencido, sobre a instrumentalização do outro.

Em contraste, a encíclica propõe aquilo que a tradição cristã designa como civilização do amor. Expressão particularmente desenvolvida por João XXIII e Paulo VI, os papas do Concílio, e pelos papas que os sucederam, ela não representa uma utopia sentimental, mas uma verdadeira alternativa antropológica e política.

A civilização do amor assenta na convicção de que a pessoa humana é sempre um fim e nunca um meio. O seu fundamento não é o domínio, mas a relação; não é a imposição, mas o encontro; não é a força, mas a dignidade. Nela, o desenvolvimento tecnológico encontra o seu sentido ao serviço da pessoa; a economia orienta-se para o bem comum; a política torna-se espaço de construção da justiça; e a cultura promove o reconhecimento mútuo entre seres humanos.

A afirmação central da encíclica — “o mistério do homem só no mistério do Verbo encarnado se esclarece verdadeiramente” — aponta precisamente para esta visão. Em Cristo, Deus não se apresenta como poder que domina, mas como amor que se oferece. A encarnação constitui a negação radical de toda a lógica de desumanização. Deus não salva a humanidade através da força, mas através da proximidade; não através da imposição, mas através da comunhão.

A verdadeira alternativa do nosso tempo talvez não seja entre tecnologia e tradição, nem entre progresso e conservação. A escolha decisiva é outra: colocar o poder ao serviço da pessoa ou sacrificar a pessoa ao poder. É esta a nova questão social que Leão XIV parece identificar.

Tal como Leão XIII falou à humanidade industrial, Leão XIV procura falar à humanidade digital. Ambos recordam a mesma verdade fundamental: nenhuma sociedade será verdadeiramente justa se esquecer que cada ser humano possui uma dignidade inviolável. E nenhuma civilização sobreviverá se trocar a cultura do amor pela cultura do poder.

Perante a nova Babel tecnológica, a Magnifica Humanitas apresenta-se assim como um convite a reconstruir o humano, não contra o progresso, mas orientando-o para aquilo que verdadeiramente o justifica: a promoção da dignidade, da justiça, da fraternidade e da paz.


Francisco Vaz

30 de Maio de 2026